Magzilla: um som novo e potente em sua primeira gravação

Magzilla: um som novo e potente em sua primeira gravação

16 dez 2015

Magzilla é o que tem de mais novo por aí: a jovem banda ainda não possui nenhum material gravado, mas é só dar uma olhada nos seus ensaios para ver que eles estão construindo uma potente mistura de twisted metal com stoner rock. E seu silêncio está prestes a ser quebrado: Magzilla teve a chance de gravar seu som no Converse Rubber Tracks Brasil, em São Paulo. Depois da sessão, conversamos com eles para saber como é dar esse chute inicial e quais são os planos para o futuro.

Há quanto tempo vocês tocam juntos?

Jonas (baixo): Bom… há praticamente dois anos e meio.

Pedro (guitarra): Sério? Tudo isso… deve ser menos.

Jonas: Se a gente contar nosso primeiro ensaio…

Pedro: Ah, cara. Aquele não conta. O Guilherme só se juntou à banda há 2 anos. Que é quando começou de verdade.

Jonas: Beleza! Dois anos então.

Vocês já tinham alguma experiência antes?

Guilherme (vocal/guitarra): Praticamente só ensaios… Pedro e eu somos amigos desde a escola. Nada muito sério na real.

O Magzilla já lançou algo antes?

Pedro: Não! Essa na verdade foi nossa primeira sessão de gravação de verdade.

Interessante. E vocês já tocaram ao vivo?

Jonas: Na verdade não. A gente toca no estúdio como um hobby. Nos encontramos às quintas para uma sessão semanal, mas nunca saímos do estúdio para tocar em nenhum outro lugar. Essa é nossa primeira vez fora de lá!

O que vocês gravaram hoje? Como vocês planejam lançar?

Pedro: Gravamos apenas uma faixa. Mas ela é bem longa, com 10 minutos. Bom… não temos grandes planos ainda. Talvez vamos juntar com uma outra faixa e fazer um EP. Nossas músicas são bem longas e poderia funcionar, mas queremos ouvir antes e sentir como está. Ajudaria pra pensar melhor no que fazer.

Guilherme: Além disso, queremos colocar no mundo. Fazer nossos amigos e contatos mais próximos ouvirem e ver no que dá. Quem sabe?

Curtiram a sessão de vocês aqui no Rubber Tracks?

Jonas: Estamos muito impressionados. O lugar, os equipamentos, a sessão em si, tudo…

Guilherme: A gente não contava que isso fosse acontecer na nossa vida nesse momento. Pareceu tudo tão surreal. Ainda mais porque somos uma banda pequena com pouca experiência. É muito bom ter uma chance como essa.

E como foi gravar pela primeira vez? Superou as expectativas?

Guilherme: Com certeza. Foi interessante porque a gente ensaia bastante e rola uma boa conexão. Fiquei positivamente surpreso porque, mesmo estando em um estúdio profissional, só dependia de nós. Só tivemos que vir aqui e dar nosso melhor. Essa conexão que falei ajudou muito a ter um resultado bacana.

Quais os planos do Magzilla? Vocês estão nessa pra valer?

Leandro (bateria): Claro, com certeza. Neste ano a gente quer sair mais para tocar. Queremos marcar alguns shows.

Guilherme: Agora que a gente tem algo de fato para mostrar vai ser mais fácil.

Pedro: Para o ano a gente tem três coisas em mente: compor mais, gravar o que já temos e tocar ao vivo!

É com esse espírito que o Converse Rubber Tracks mantém o estúdio, dando aquele empurrãozinho que sua banda precisa. Não precisa ter experiência ou gravações já prontas, basta ter um bom som e vontade de fazer algo com qualidade. Se sua banda ainda está só nos ensaios, está na hora de gravar. Ficou a fim? Inscreva-se aqui.

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